10 de mar de 2016

Ernesto da Silva Júnior

Participei de duas edições do projeto.
Porque eu deveria participar novamente? Ou seja, qual a validade da participação para qualquer acadêmico?
Por serem atividades práticas e não ter dificuldade em trabalhar com qualquer pesquisa ou posicionamento.
O projeto foi aberto o suficiente, não somente em questão de posicionamentos interpretativos, mas até mesmo de cursos, como presenciei alunas de geografia colocando seus trabalhos para discussão.
Bastante provocativos, os encontros incitavam a reflexão sobre como nós acadêmicos estávamos narrando sobre as temáticas que nos ocupamos. Exatamente nesse ponto as fontes eram inseridas e a discussão surgia para avaliarmos o que estávamos fazendo com esses materiais e quais as propostas que tínhamos para trabalhar com os elementos que elegemos como "significativos". Nesse processo, foi possível pensar caminhos que melhor correspondiam às minhas expectativas, pois essa foi a impressão que tive do projeto, ser aberto à interpretação, assim como pensar o papel ocupado pelo material empírico no trabalho.
Em resposta à pergunta, acredito que essas discussões são fundamentais em qualquer ambiente e já que temos um espaço justamente para isso, a participação é válida e contribuitiva.

Ernesto da Silva Júnior - História/UNIOESTE

Fevereiro 2016

O que pensa sobre a utilização de fontes no ensino de história?

Como veem a relação ensino e pesquisa na formação do historiador?

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